
Meu compromisso é unir conhecimento técnico, experiência e acolhimento humano em cada atendimento. Sempre buscando devolver movimento, aliviar dores e melhorar a qualidade de vida dos meus pacientes. Seja bem-vindo(a) ao meu site.
Indicada para tratar lesões que comprometem os tendões, ligamentos ou ossos, como rupturas do manguito rotador, luxações recorrentes, artrose avançada e fraturas.
É indicada em casos de fraturas complexas, rupturas de tendões, artrose e instabilidade articular. O tratamento busca restaurar a função, reduzir a dor e prevenir limitações.
O tratamento pode incluir infiltrações, bloqueios de nervos e procedimentos minimamente invasivos. Reduzindo a dor e possibilitando ao paciente retomar suas atividades com mais autonomia e bem-estar.
Utiliza técnicas que estimulam a recuperação natural dos tecidos, com foco em retardar a progressão de lesões e reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.

Dr. Elvio Campagnolo
CRMRS 32554| RQE 25077
Ortopedista e Traumatologista. Cirurgião de ombro e cotovelo. Medicina regenerativa e tratamento da dor crônica.
Minha trajetória na medicina começou pelo desejo de ajudar pessoas a recuperarem sua saúde e autonomia. Ao longo dos anos, fui aprimorando minha formação com especializações e pós-graduações, sempre com foco em oferecer tratamentos modernos, eficazes e personalizados.
Acredito que cada paciente é único e merece uma escuta atenta, clareza nas informações e acompanhamento de qualidade em todas as etapas do cuidado.
Nos meus consultórios, você pode consultar de forma particular e por meio de uma ampla gama de convênios, incluindo UNIMED,
BRADESCO, AMIL e muitos outros, garantindo acesso facilitado aos nossos serviços.














As lesões do manguito rotador envolvem rupturas parciais ou totais dos tendões responsáveis por manter a estabilidade e o movimento do ombro. Essas estruturas são fundamentais para atividades cotidianas, como levantar o braço, alcançar objetos ou vestir uma roupa. As causas mais comuns incluem esforço repetitivo, envelhecimento natural dos tendões ou traumas diretos.
Sintomas:
Os principais sintomas são dor ao levantar ou girar o braço, desconforto noturno que piora ao deitar sobre o ombro afetado, fraqueza muscular e, em casos mais graves, perda significativa da mobilidade. O paciente também pode relatar sensação de “estalido” ou limitação para realizar movimentos acima da cabeça.
Tratamento:
O tratamento depende da extensão da lesão e do perfil do paciente. Em casos leves ou moderados, são indicados fisioterapia, fortalecimento muscular, medicamentos anti-inflamatórios e infiltrações guiadas por ultrassom para controle da dor. Em rupturas mais extensas ou em pacientes com limitação funcional importante, o tratamento cirúrgico — geralmente por via artroscópica — é o mais recomendado, permitindo a reparação dos tendões com mínima agressão aos tecidos e recuperação mais rápida.

A artrose do ombro, também chamada de osteoartrose glenoumeral, é uma doença degenerativa caracterizada pelo desgaste progressivo da cartilagem que reveste as superfícies articulares do úmero e da escápula. Com o tempo, essa cartilagem — responsável por permitir o movimento suave entre os ossos — se deteriora, levando ao atrito direto entre as estruturas ósseas. As causas podem estar relacionadas ao envelhecimento natural, traumas anteriores, sobrecarga articular ou lesões antigas não tratadas, como rupturas do manguito rotador.
Sintomas:
Os sintomas mais comuns incluem dor profunda no ombro, rigidez progressiva, crepitações (estalidos) durante os movimentos e limitação funcional, especialmente ao levantar o braço ou realizar movimentos de rotação. Muitos pacientes relatam dor noturna e dificuldade para tarefas simples, como pentear o cabelo ou vestir roupas. Em estágios avançados, pode haver deformidade articular e perda significativa da mobilidade.
Tratamento:
O tratamento da artrose do ombro busca aliviar a dor, preservar o movimento e melhorar a qualidade de vida. Em fases iniciais, são indicados fisioterapia, fortalecimento muscular, controle de peso e infiltrações intra-articulares com ácido hialurônico ou corticoides, que ajudam a reduzir o atrito e a inflamação. Quando há falha das medidas conservadoras ou limitação funcional severa, pode ser necessário o tratamento cirúrgico, que varia desde artroscopias para limpeza articular até a prótese total do ombro (artroplastia), conforme o grau de desgaste e a idade do paciente.

A luxação do ombro ocorre quando a cabeça do úmero se desloca de sua posição normal na cavidade glenoidal da escápula, rompendo parte das estruturas que estabilizam a articulação. É a articulação mais frequentemente luxada do corpo humano, devido à sua ampla mobilidade e menor estabilidade óssea. A causa mais comum é um trauma direto, como quedas sobre o braço estendido ou impactos esportivos, mas pode também ocorrer por movimentos bruscos em pessoas com frouxidão ligamentar.
Sintomas:
A luxação causa dor intensa imediata, deformidade visível no contorno do ombro, inchaço e limitação total dos movimentos. O paciente geralmente segura o braço com a outra mão, incapaz de movê-lo. Após o primeiro episódio, é comum o surgimento de instabilidade crônica, com sensação de que o ombro “sai do lugar” em determinadas posições, especialmente em pessoas jovens e ativas.
Tratamento:
O tratamento inicial envolve a redução da luxação, isto é, a recolocação do ombro em sua posição normal, procedimento que deve ser realizado por um profissional especializado. Após o realinhamento, o ombro é imobilizado por curto período, seguido de fisioterapia para reabilitação da musculatura estabilizadora. Em casos de instabilidade recorrente ou lesões associadas (como a lesão de Bankart ou Hill-Sachs), o tratamento cirúrgico pode ser indicado, geralmente realizado por artroscopia, para reparar as estruturas lesionadas e prevenir novas luxações.

As fraturas do ombro podem envolver a clavícula, o úmero proximal ou a escápula, sendo mais comuns as do úmero proximal, especialmente em idosos após quedas. Já em pessoas jovens, costumam ocorrer por traumas de alta energia, como acidentes esportivos ou automobilísticos. A gravidade varia conforme o tipo de fratura, o deslocamento dos fragmentos e a presença de lesões associadas.
Sintomas:
Provocam dor intensa, inchaço, equimose (mancha roxa) e limitação dos movimentos. Em casos mais graves, pode haver deformidade visível e encurtamento do braço.
Tratamento:
Fraturas sem deslocamento podem ser tratadas conservadoramente, com imobilização e fisioterapia supervisionada. Já as fraturas com desalinhamento, múltiplos fragmentos ou comprometimento articular requerem cirurgia para fixação, que pode ser feita com placas, parafusos ou hastes intramedulares. Em alguns casos, especialmente em idosos com artrose associada, pode ser indicada prótese de ombro para restauração da função.

A luxação acrômio-clavicular ocorre quando há separação entre a clavícula e o acrômio, estruturas que formam a parte superior do ombro. É uma lesão típica de quedas diretas sobre o ombro, especialmente em esportes de contato ou ciclismo. O grau da lesão varia de leve (apenas distensão ligamentar) a grave (ruptura completa dos ligamentos e deslocamento visível da clavícula).
Sintomas:
Causa dor localizada na parte superior do ombro, inchaço, e em casos mais avançados, uma elevação visível da clavícula, conhecida como “tecla de piano”. O movimento do braço pode estar dolorido e limitado.
Tratamento:
Nos casos leves e moderados, o tratamento é conservador, com imobilização temporária, gelo, analgésicos e fisioterapia para recuperação funcional. Nos casos graves, quando há deslocamento acentuado ou instabilidade persistente, pode ser necessária cirurgia de reconstrução ligamentar para restaurar o alinhamento e a estabilidade da articulação.

A síndrome do impacto ocorre quando há compressão dos tendões do manguito rotador e da bursa subacromial entre o úmero e o acrômio durante o movimento do braço. Essa condição é comum em pessoas que realizam movimentos repetitivos acima da cabeça, como atletas de natação, vôlei e trabalhadores manuais.
Sintomas:
A dor surge principalmente ao elevar o braço ou realizar movimentos repetitivos. Pode haver estalos, fraqueza e desconforto noturno, especialmente ao deitar sobre o ombro afetado.
Tratamento:
O tratamento inicial é não cirúrgico, com fisioterapia para fortalecer o manguito rotador e melhorar o posicionamento da escápula. Podem ser usadas infiltrações guiadas por ultrassom e medicações anti-inflamatórias para alívio da dor. Quando há falha no tratamento clínico ou lesões associadas, pode ser indicada a artroscopia do ombro para remoção de tecido inflamado e correção do espaço subacromial.
Também chamada de “ombro congelado”, a capsulite adesiva é uma condição em que a cápsula articular do ombro se torna espessada e rígida, limitando severamente os movimentos. Costuma ocorrer após imobilizações prolongadas, traumas, cirurgias ou em pacientes com diabetes mellitus.
Sintomas:
Caracteriza-se por dor progressiva e perda gradual da mobilidade, evoluindo em fases: dolorosa, rígida e de recuperação. O paciente sente dificuldade até em atividades simples, como vestir-se ou pentear o cabelo.
Tratamento:
O tratamento visa reduzir a inflamação e restaurar a mobilidade. Inclui fisioterapia intensiva, calor local e infiltrações guiadas por ultrassom. Em casos resistentes, pode ser indicada liberação artroscópica da cápsula, permitindo o ganho de movimento e alívio da dor.
A lesão SLAP (Superior Labrum Anterior to Posterior) é uma ruptura do labrum superior, cartilagem que estabiliza a articulação do ombro. É comum em atletas que realizam arremessos (como beisebol, vôlei e tênis) e pode ocorrer também após quedas ou movimentos bruscos.
Sintomas:
Os sintomas incluem dor profunda no ombro, sensação de “travamento” ou “clique”, fraqueza e instabilidade, especialmente em movimentos acima da cabeça.
Tratamento:
O tratamento inicial pode ser conservador, com fisioterapia para estabilização e controle da dor. Quando o quadro é persistente ou há instabilidade importante, o tratamento cirúrgico é indicado, com reparo artroscópico do labrum e reabilitação progressiva para retorno às atividades esportivas.
A tendinite calcária ocorre quando há depósito de cristais de cálcio nos tendões do manguito rotador, geralmente no tendão do supraespinhal. A causa exata é desconhecida, mas acredita-se que esteja relacionada a microlesões e alterações do metabolismo local.
Sintomas:
Causa dor intensa e repentina, que pode irradiar para o braço e piorar durante o sono. Em fases agudas, a dor pode ser incapacitante e limitar completamente os movimentos do ombro.
Tratamento:
O tratamento inicial envolve analgésicos, fisioterapia e infiltrações guiadas por ultrassom. Quando o depósito de cálcio é volumoso ou a dor persiste, podem ser indicados procedimentos minimamente invasivos, como lavagem percutânea com agulha ou terapia por ondas de choque, que fragmenta e estimula a reabsorção do cálcio. Casos refratários podem necessitar de remoção artroscópica do depósito.
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A epicondilite lateral é uma inflamação ou degeneração dos tendões extensores do punho que se inserem na parte lateral do cotovelo, geralmente relacionada a movimentos repetitivos de preensão e extensão do punho. Apesar do nome, não acomete apenas tenistas — é comum também em profissionais que utilizam o computador, trabalhadores braçais e músicos.
Sintomas:
A dor é localizada na parte externa do cotovelo e pode irradiar para o antebraço. Atividades como apertar a mão, segurar objetos ou abrir uma garrafa tornam-se dolorosas. Em casos crônicos, há perda de força e desconforto contínuo mesmo em repouso.
Tratamento:
O tratamento é conservador na maioria dos casos, incluindo fisioterapia, alongamentos e correção de gestos repetitivos. Infiltrações guiadas por ultrassom com corticoide ou ácido hialurônico podem ser indicadas para controle da dor. Quando há falha no tratamento clínico, técnicas como ondas de choque ou plasma rico em plaquetas (PRP) são alternativas eficazes. Casos persistentes e refratários podem necessitar de cirurgia de desbridamento dos tendões degenerados.

A ruptura do bíceps distal ocorre quando o tendão que liga o músculo bíceps ao antebraço se rompe, geralmente após um esforço súbito de flexão ou supinação. É uma lesão mais comum em homens entre 40 e 60 anos, praticantes de musculação ou que realizam esforços intensos com o braço.
Sintomas:
O paciente sente uma dor súbita e forte na parte anterior do cotovelo, acompanhada de um estalo e, logo após, observa-se deformidade visível (“sinal de Popeye invertido”), além de perda de força para girar e dobrar o antebraço.
Tratamento:
Em rupturas parciais, pode-se optar por tratamento conservador com fisioterapia. Já nas rupturas completas, o tratamento ideal é cirúrgico, com reinserção do tendão no osso para restaurar força e função. O retorno às atividades esportivas e profissionais geralmente ocorre entre 3 e 6 meses após a cirurgia, conforme evolução clínica e fisioterápica.

A bursite do cotovelo é a inflamação da bursa olecraniana, pequena bolsa localizada na ponta do cotovelo que reduz o atrito entre o osso e os tecidos moles. Pode ocorrer por traumas diretos, apoio repetitivo sobre o cotovelo, infecção ou doenças inflamatórias como gota e artrite reumatoide.
Sintomas:
Manifesta-se com inchaço evidente na região posterior do cotovelo, dor local e, às vezes, vermelhidão. Quando há infecção, pode haver febre e calor no local. O movimento do cotovelo geralmente é preservado, mas desconfortável.
Tratamento:
O tratamento depende da causa. Na maioria dos casos, o manejo é conservador, com uso de anti-inflamatórios, compressas frias e fisioterapia. Quando há acúmulo de líquido, pode ser realizada aspiração guiada por ultrassom. Nos casos infecciosos, é necessária antibioticoterapia e, em situações graves, drenagem cirúrgica. Casos recorrentes ou crônicos podem exigir remoção cirúrgica da bursa inflamada.

A artrose do cotovelo é uma condição degenerativa em que há desgaste da cartilagem articular, resultando em atrito entre os ossos e inflamação. Pode surgir após traumas, fraturas, sobrecarga repetitiva ou como parte do envelhecimento natural.
Sintomas:
Os sintomas incluem dor progressiva, rigidez articular, limitação de movimento e estalidos. Em casos avançados, o paciente pode apresentar travamentos e perda de força no braço.
Tratamento:
O tratamento é inicialmente clínico, com fisioterapia, fortalecimento muscular e controle da inflamação por meio de medicamentos ou infiltrações guiadas por ultrassom. A viscossuplementação com ácido hialurônico e as terapias regenerativas podem oferecer melhora funcional importante. Em casos mais graves, com limitação significativa, pode ser indicada artroscopia para limpeza articular ou, em situações avançadas, prótese de cotovelo.
As dores miofasciais são causadas pela formação de pontos gatilho — áreas de tensão e contração persistente dentro do músculo, que podem gerar dor local e irradiada. São comuns em pacientes com postura inadequada, estresse, sobrecarga física ou após traumas musculares.
Sintomas:
Os principais sintomas incluem dor muscular localizada, que se intensifica com a palpação, rigidez, cansaço muscular e, muitas vezes, irradiação da dor para regiões distantes do ponto de origem (por exemplo, dor no ombro que se projeta para o braço).
Tratamento:
O tratamento visa relaxar o músculo e desativar os pontos gatilho. Pode incluir fisioterapia, alongamentos, técnicas manuais e infiltrações locais guiadas por ultrassom com anestésicos ou soluções regenerativas. Ondas de choque, acupuntura e bloqueios analgésicos também podem ser utilizados. Em casos crônicos, é importante investigar e corrigir fatores biomecânicos e emocionais que perpetuam a dor.
A dor neuropática ocorre por lesão ou disfunção dos nervos periféricos ou do sistema nervoso central, levando a uma percepção anormal de dor mesmo sem estímulo físico evidente. Pode ser consequência de compressões nervosas, cirurgias, hérnias de disco, diabetes ou traumas prévios.
Sintomas:
Caracteriza-se por dor em queimação, choques elétricos, formigamentos, dormência e hipersensibilidade ao toque. Muitas vezes, a dor é contínua e pode piorar à noite, interferindo no sono e na qualidade de vida.
Tratamento:
O manejo é multimodal, combinando medicações específicas para dor neuropática, fisioterapia e bloqueios nervosos guiados por ultrassom. Em casos resistentes, pode-se utilizar radiofrequência pulsada para modular a transmissão da dor, oferecendo alívio prolongado. A abordagem integrativa com reabilitação e suporte psicológico é fundamental para o controle eficaz e duradouro.
A SDRC é uma condição de dor crônica intensa que surge após traumas, cirurgias ou imobilizações prolongadas, sendo desproporcional ao evento inicial. Envolve alterações neurológicas, vasculares e inflamatórias, levando a uma resposta dolorosa exagerada e disfunção da área afetada.
Sintomas:
Os pacientes apresentam dor persistente e intensa, inchaço, mudança na coloração da pele, alteração de temperatura, rigidez articular e sensação de queimação. Com o tempo, pode ocorrer atrofia muscular e perda funcional do membro se não tratado precocemente.
Tratamento:
O tratamento deve ser precoce e multidisciplinar, envolvendo fisioterapia, controle da inflamação e bloqueios simpáticos para restaurar a circulação e reduzir a dor. Radiofrequência pulsada e neuromodulação são opções avançadas em casos persistentes. O suporte psicológico e o acompanhamento médico regular são essenciais para prevenir a cronificação e recuperar a função do membro afetado.
Processo de desgaste progressivo que pode levar à artrose. Afeta principalmente joelhos, quadris e ombros.
Tratamento: terapias regenerativas como aplicação de ácido hialurônico, aspirado medular e células progenitoras, além de fisioterapia.
Inflamações persistentes que não respondem bem a tratamentos convencionais.
Tratamento: ondas de choque, radiofrequência pulsada, infiltrações regenerativas e fisioterapia direcionada.
Afetam atletas e pessoas ativas, comprometendo ligamentos, tendões e cartilagem.
Tratamento: protocolos individualizados que combinam reabilitação rápida, infiltrações regenerativas e técnicas minimamente invasivas para retorno precoce às atividades.
MEDICINA REGENERATIVA
O corpo é o nosso maior patrimônio e isto nos leva a estudá-lo cada vez mais, afim de conhecê-lo melhor, para aumentar o nosso desempenho e VIVER MAIS E MELHOR. A medicina regenerativa utiliza técnicas que estimulam a recuperação natural dos tecidos, com foco em retardar a progressão de lesões e reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.
Melhora a lubrificação articular, reduz a dor e facilita o movimento.
Aumenta a precisão no tratamento de inflamações, tendinites e bursites
Indicada para dores de origem nervosa, ajuda a modular a transmissão da dor sem destruir o nervo.
Recurso não invasivo que estimula a cicatrização e é eficaz em tendinites, calcificações e dor crônica.
Técnica avançada que utiliza células da medula óssea para auxiliar na regeneração de cartilagem e tecidos.
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Dr Elvio Campagnolo
Ortopedista e Traumatologista
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